O que é SEO? Descubra a importância de subir no ranking dos motores de busca.

21 min. leitura
Uma das dúvidas mais recorrentes para quem quer aprender sobre marketing digital é: afinal, o que é SEO? Neste artigo, vai descobrir o que é SEO e como aplicá-lo na prática para alavancar o seu negócio!
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Estas três simples letras ganharam muita força nos últimos anos, exemplo disso são os ótimos resultados alcançados por diversas empresas, sem precisarem de recorrer a investimentos em meios.

Afinal, o que é SEO?

SEO é a abreviatura para Searching Engine Optimization (em português Otimização para Mecanismos de Buscas). Trata-se de um grupo de técnicas que visam posicionar páginas da web nas primeiras posições dos motores de busca, como Google, Yahoo! e Bing.

Apesar das várias opções disponíveis para pesquisa na internet, geralmente utiliza-se a sigla SEO quando estamos a falar da maior de todas estas ferramentas: o Google.

 

mototres de busca

 

Atualmente, o Google é o maior responsável por gerar tráfego na internet, com 46% dos cliques  em mais de 3,5 mil milhões de pesquisas diárias.

O que é um mecanismo de busca?

Mesmo sem se aperceber, costuma utilizar mecanismos de busca com grande regularidade. Eles estão presentes no seu próprio computador, por exemplo, quando carrega na barra “explorar” e digita uma determinada palavra-chave.

Mas existem diversas outras utilizações para isso, principalmente na internet. O Facebook possui o seu próprio sistema para encontrar usuários. Ao escrever o nome de um dos seus amigos, por exemplo, está a utilizar um motor de pesquisa.

O mesmo vale para outras redes sociais, comparadores de preços, pesquisas em blogs e sites e qualquer outro serviço onde exista um filtro para encontrar o que o usuário deseja.

Por que o SEO é importante para empresas?

Para que entenda a importância do SEO, é preciso compreender como ocorre o comportamento do usuário na internet.

O primeiro exemplo será mais direto. Leonor, uma engenheira de 36 anos, decide comprar um telemóvel.

A primeira ação do consumidor moderno ao ter uma dúvida é aceder ao dispositivo mais próximo e realizar uma busca no Google.

Vamos supor que ela recorre ao método mais simples e direto. Ao aceder ao Google, ela digita:

  • Comprar telemóvel

Os primeiros resultados orgânicos do Google são responsáveis por 90% dos cliques dos usuários. Sendo assim, é fácil concluir que uma empresa gostaria que um dos links ali exibidos fosse o do próprio site, verdade?

O mesmo se aplicaria no caso de “Comprar carro” para um concessionário, “Comprar flores” para uma florista ou “Comprar livro” para uma livraria.

É basicamente disso que se trata a Otimização para Mecanismos de Busca. Encontrar termos relevantes para o seu público e posicionar páginas interessantes onde ele aterre. Isso gera muitas oportunidades de fechar negócios, algo essencial para qualquer empresa.

O que são os resultados pagos acima dos resultados da busca orgânica?

Algumas das buscas mencionadas anteriormente provavelmente acionarão alguns ads no topo dos resultados. Provavelmente já os deve ter visto em algum momento, pois são marcados com a etiqueta de “anúncio”.

google ads

Esses são resultados pagos. Ou seja, há uma grande quantidade de empresas a gastar fortunas num leilão para aparecerem nesse resultado de busca. Essa estratégia é conhecida como links patrocinados. Esse não é o foco deste artigo, então não vamos aprofundar muito mais este assunto.

Tudo o que precisa saber é que eles funcionam de forma independente. Enquanto os resultados pagos são baseados em leilão, os resultados orgânicos (ou gratuitos) ocorrem por meio da autoridade da página, sobre a qual falaremos mais adiante.

O que precisa saber é que o SEO é a melhor alternativa à publicidade paga, pois permite que empresas com orçamentos semelhantes compitam de forma justa pelos primeiros resultados.

Como o SEO é aplicado num blog?

No exemplo anterior, vimos a demonstração de uma dúvida de um usuário que estava desde o princípio disposto a realizar uma compra.

Porém, isso não acontece sempre. Existem diversas outras dúvidas que precisam ser solucionadas e para as quais uma empresa gostaria de ter as respostas. Afinal, qualquer empreendedor deseja que um potencial comprador acabe no site da sua empresa.

Vamos pensar num exemplo mais casual. Imagine que João, um professor de história, um dia decide que quer deixar o seu jardim mais bonito.

Então ele acede ao www.google.com e escreve na barra de busca:

  • Como fazer um jardim bonito?

Para essa pergunta, existem diversos negócios que poderiam querer trazer o João até uma das suas páginas. Por exemplo:

  • Alguém que vende cursos de jardinagem na internet
  • Alguém que vende ferramentas de jardinagem
  • Alguém que realiza serviços de jardinagem

Concorda que para os exemplos de empresas acima João é um potencial cliente? Ele tem um problema, procurou uma solução e todos esses negócios oferecem alternativas.

Para dúvidas como esta, a melhor forma de solucioná-las é através de um blog post. Os artigos possuem respostas que são identificadas pelo Google através do seu algoritmo.

Mas como posicionar a página de um blog no topo do Google? É aí que entram as técnicas de SEO.

Elas são baseadas em mais de 200 fatores de ranqueamento, analisados pelo algoritmo do Google para verificar quais páginas são realmente relevantes para resolver a dúvida do utilizador.

Não se assuste com este número. Existem algumas prioridades e, a seguir, vamos falar sobre os principais.

O que é o conceito de cauda longa em SEO?

Antes de continuarmos, é importante entender o conceito de cauda longa (do inglês, long tail) em SEO. Nos exemplos citados anteriormente, estávamos concentrados em alguns termos muito genéricos.

Keywords curtas como “comprar telemóvel” ou “fazer jardim” trazem extrema dificuldade para o posicionamento no topo dos mecanismos de busca.

Isso porque possuem uma enorme quantidade de buscas e, como consequência, uma grande concorrência.

Nada impede que se otimizem páginas para concorrer com aquelas que já estão nos primeiros lugares. Apesar disso, uma boa opção para evitar a grande concorrência por um termo de pesquisa é utilizar o conceito de cauda longa.

Basicamente, palavras-chave curtas geralmente possuem grande concorrência. Então, palavras-chave mais longas e específicas podem trazer melhores resultados.

Voltemos às empresas citadas no tópico anterior. A primeira empresa, por exemplo, poderia ranquear para “cursos de jardinagem”, certo? Assim como a segunda poderia criar um artigo cujo título é “As ferramentas de jardinagem mais importantes”, concorda? Ao passo que o terceiro poderia querer posicionar-se para o termo “como contratar um jardineiro”.

Agora, pensemos neste último caso. Suponhamos que o jardineiro em questão vive em Torres Vedras. Então, ele poderia ser ainda mais específico na sua página otimizada e utilizar como keyword “como contratar um jardineiro em Torres Vedras”.

A partir do momento em que entendemos que existem termos longos extremamente específicos que podem ser explorados, percebemos o real valor do SEO.

O mais importante a perceber é: quanto mais específica a keyword, menos concorrência temos e mais segmentado é o público.

O que é o algoritmo do Google?

Também conhecido como Googlebot, o algoritmo do Google é o robô responsável pela qualificação das páginas da web e ranqueamento das mesmas.

São várias as fórmulas matemáticas e processos que constituem esse algoritmo, e o Google não revela essas informações a qualquer um.

Por isso, todos os anos, diversos especialistas realizam testes para entender o funcionamento do bot. E esses estudos resultam exatamente nas técnicas de Otimização para Mecanismos de Busca.

Para facilitar a compreensão deste cálculo, pense no seguinte: todas as vezes que um utilizador realiza uma busca, o Google “varre” a internet para encontrar as melhores referências e resolver a dúvida de quem pesquisou.

Essa equação é composta por mais de 200 variáveis e revela aquelas que apresentam as melhores performances.

A que tiver o melhor resultado fica em primeiro; a que apresentar o segundo melhor resultado fica em segundo; e assim sucessivamente.

Para facilitar o entendimento do algoritmo, a MOZ – uma das maiores referências em SEO a nível global, criou uma métrica para avaliar o ranqueamento. A esta métrica deu o nome de Autoridade de Página, uma escala que vai de 0 a 100 e avalia a qualidade de páginas da web.

Assim, num sistema de pontuação, fica mais fácil verificar qual é a relevância de sites e páginas para o Google.

Muito bem, depois disso tudo é provável que esteja com mais dúvidas do que respostas sobre o que fazer para colocar uma página no topo do Google, sim?

Não se preocupe. A seguir, vamos falar um pouco sobre alguns dos mais importantes fatores que influenciam no posicionamento do mecanismo de busca mais popular do mundo.

Quais são os fatores que influenciam o ranqueamento?

Como dito anteriormente, existem mais de 200 fatores que influenciam no ranking de pesquisas do Google. Logo, devemos perceber que não é fácil compreender o algoritmo.

Apesar disso, estes fatores possuem pesos diferentes. Ou seja, alguns são mais importantes que outros para o posicionamento nos resultados de buscas.

Eles podem ser:

  • On Page, o que significa que são elementos controláveis pelo administrador do site.
  • Off Page, quando são incontroláveis pois estão em ambientes aos quais o administrador não tem acesso.

Dito isso, vamos aos principais fatores usados para determinar o ranking do Google:

fatores seo

Conteúdo valioso

Como pode imaginar, o Google avalia a qualidade da página. Esse é, de longe, o fator de ranqueamento mais importante. Mas o que seria um conteúdo valioso?

Numa definição voltada ao Googlebot, um conteúdo valioso seria aquele que responde à dúvida do usuário quando ele realiza a busca.

Ou seja, se o usuário busca por “exercícios físicos para fazer em casa”, o artigo que tiver a melhor e mais específica resposta será o mais importante para o Google.

Para determinar se o conteúdo realmente o faz, o bot avalia o comportamento do próprio utilizador dentro da página, além de outros fatores de ranqueamento.

Conteúdo multimédia

O conteúdo multimédia muitas vezes é citado como parte da qualidade da página. O facto é que inserir materiais complementares como vídeos, imagens, infográficos, áudios e ferramentas é algo valioso para o utilizador e, consequentemente, para o Google.

Essa variedade de formatos certamente influencia também noutros fatores, como o engagement e o tempo de permanência na página.

Tamanho do conteúdo

Apesar de não existir uma regra geral para a dimensão ideal do conteúdo para o Google, alguns estudos revelam que o tamanho é também considerado na hora de ranquear uma página.

Segundo uma pesquisa da pesquisa da Search IQ, textos com cerca de 2500 palavras tendem a obter melhores posições nos motores de busca, mas essa não é uma regra geral.

Podemos concluir que conteúdos mais completos e que respondem a diversas dúvidas na mesma página têm um valor maior para o algoritmo.

Mas lembre-se: quantidade não é sinónimo de qualidade. É melhor escrever um texto conciso e rico em informações do que um extenso e superficial.

Tempo de permanência na página

Segundo diversos especialistas, o tempo que o visitante permanece numa página diz muito ao algoritmo sobre a qualidade do conteúdo.

Afinal, se ele estiver na página durante algum tempo, isso significa que há informações valiosas que merecem ser vistas, concorda?

A melhor forma de manter um leitor numa página, é investir na experiência do utilizador. Ou seja, proporcionar um conteúdo útil e um consumo agradável.

Tempo de carregamento de página

O tempo de carregamento da página é o quanto demora até que o conteúdo seja aberto na sua totalidade.

O utilizador de internet não pode esperar muito tempo ou desistirá do consumo do conteúdo.

Páginas com muitos elementos, imagens pesadas, plugins e pop-ups tendem a ter um tempo alto de carregamento e certamente podem perder posições no ranking.

Autoridade do domínio

Assim como a autoridade de página, há outro fator chamado autoridade do domínio (domain authority). O domínio é o “nome” de um site. Por exemplo, em www.oseusite.pt, o domínio é “oseusite”.

Isso significa que além da autoridade da página individual, há também um valor numérico para o domínio.

Um grande portal provavelmente possuirá um bom valor nesse quesito devido a um conjunto de diversas páginas com boa autoridade. Podemos dizer, portanto, que a relevância de algumas páginas num mesmo domínio têm influência sobre as outras.

Longevidade da página

A idade da página é outro elemento que pode influenciar no posicionamento nos motores de busca.

Basicamente, isso acontece porque geralmente já existe uma autoridade de domínio noutras páginas. Principalmente até os 6 meses após a indexação, alguns administradores têm certa dificuldade em posicionar as suas páginas.

Apesar disso, nada impede que uma página nova se sobreponha a uma antiga no ranking, afinal, existem outros fatores que influenciam.

Title tag

Também conhecido como título interno, é o primeiro contato que o leitor tem ao aceder a um conteúdo.

O title tag tem a função de aguçar a curiosidade do utilizador quando ele entra na página. É importante frisar que ele é diferente do SEO title, sobre o qual falaremos a seguir.

Para criar um bom título interno é preciso utilizar técnicas de convencimento, muito comuns no copywriting. A grande vantagem é que não é preciso estar limitado a um limite de caracteres.

SEO Title

O SEO title é aquele que aparece nas páginas dos resultados de busca do Google. Portanto, deve seguir algumas regras para um bom posicionamento.

Aqui faz-se obrigatória a utilização da palavra-chave selecionada, de preferência localizada no início ou no fim do título. Além disso, deve ter entre 53 e 57 caracteres, para que se ajuste ao limite permitido pelo Google.

URL

O URL é mais um fator que tem grande influência no ranqueamento de posts. Eles devem ser amigáveis aos olhos do algoritmo. Isso significa que não devem ser extremamente longos, conter caracteres especiais e devem refletir exatamente o conteúdo da página.

Por exemplo, veja o URL a seguir:

Da mesma forma que ele não é bem visto pelo utilizador, é mau aos olhos do Google. Agora veja este outro exemplo:

  • www.meusite.pt/noticias

Muito melhor, não é? Ah, as palavras-chave também devem ser utilizadas no URL. Assim, as chances de ter um bom posicionamento aumentam bastante.

E fica uma outra dica: se alterar o seu URL, ele contará como novo. Ou seja, não o atualize pois, assim, poderá perder autoridade devido à idade da página.

Scannable Content

O típico consumidor de conteúdo online dificilmente lê um texto palavra a palavra. O hábito mais comum é o de percorrer a página, como um scanner, e identificar rapidamente se todo o texto interessa ou quais partes é que interessam.

Portanto, disponibilizar conteúdos para “scanners” é um fator de ranqueamento que está relacionado com a formatação do texto. É preciso saber equilibrar o texto e os espaços em branco, evitar parágrafos muito extensos e utilizar bem os recursos como tabelas, citações e bullet points.

A ideia aqui é facilitar ao máximo a leitura do conteúdo, tornando-o “escanerizável”. A utilização dos subtítulos e do bold também são muito importantes.

A intenção é que o leitor possa apenas “correr os olhos” pela página e encontrar a informação que procura.

Heading tags

Os heading tags são os subtítulos de um texto. Eles seguem um grau hierárquico, e são divididos em título 2 (h2), título 3 (h3), título 4 (h4) e assim sucessivamente. Essa escala deve ser utilizada sempre que for necessário incluir um tópico dentro de outro.

Além disso, os heading tags também são muito importantes para a “escanerização”. Eles devem fazer sentido entre si para que o leitor os observe e compreenda toda a estrutura do texto. Se necessário, ele poderá ler apenas o tópico desejado.

Claro, as palavras-chave e suas variações também são valiosas no subtítulo. Lembre-se que o Googlebot também vai ler o conteúdo do texto.

Densidade da palavra-chave

O número de vezes que a palavra-chave aparece num texto também é muito importante para os crawlers do Google. Mas vamos com calma! Nada de inseri-la repetidas vezes, pois o Google também reconhece quando ela é forçada. É preciso utilizá-la de forma orgânica.

Palavras-chave relacionadas também ajudam muito. Num texto cuja palavra-chave principal é marketing digital, por exemplo, alguns termos relacionados são “redes sociais”, “marketing de conteúdo” e “branding”.

Há também a variação das palavras-chave, tema que será tratado no próximo tópico.

Indexação semântica

O algoritmo consegue identificar termos semelhantes, como sinónimos e expressões com sentido aproximado. Esse fator também é conhecido como LSI (Latex Semantic Index).

Neste texto, por exemplo, já referimos o algoritmo do Google como Googlebot, crawlers, robô, bot, entre outros termos. Isto foi feito para manter a leitura agradável e, claro, uma boa indexação no motor de busca.

Alt text

O algoritmo ainda não tem o poder de ler imagens, então é preciso utilizar técnicas de SEO em texto para otimizá-las.

O local onde os crawlers fazem a varredura é num elemento chamado Alt text, ou texto alternativo.

Como ele não aparece no texto e fica oculto durante a leitura, pode utilizar a sua palavra-chave e descrever a imagem para auxiliar deficientes visuais que utilizam leitores de ecrã, por exemplo.

Nome do arquivo

Também pode utilizar as suas palavras-chave para nomear os ficheiros. Além de auxiliar na indexação no próprio Google, também pode ser eficiente para o Google Imagens.

Então, lembre-se sempre de renomeá-los para evitar a perda de tráfego. Ficheiros com nomes como “foto1”, “foto2” e assim por diante, devem ser evitados.

Links internos

Os links internos são os principais responsáveis pela permanência do usuário dentro do seu próprio domínio. São links que conectam um texto dentro do seu próprio blog a outro, que também está num ambiente interno.

Esse fator não repassa apenas a autoridade de um texto para outro, como também faz com que o utilizador tenha uma boa experiência.

Assim, se ele quiser saber mais sobre um tema, basta carregar sobre o link e será direcionado para a página que aparecia como referência.

Mas lembre-se de nunca linkar para páginas que não façam sentido, certo? Não adianta forçar o repasse de autoridade. A dica é focar sempre no utilizador. Se ele carregar num link que não condiz com a referência, certamente fechará a página rapidamente.

Responsividade

O Google dá prioridade a páginas responsivas. Basicamente são páginas que podem ser acedidas em qualquer tamanho de ecrã, incluindo smartphones, desktops, notebooks e tablets.

Inclusive, numa das atualizações do Google, chamada mobile first, acredita-se que as páginas devam dar prioridade aos dispositivos móveis. Afinal, hoje em dia as pessoas acedem aos sites prioritariamente através dos telemóveis.

Arquitetura legível

A arquitetura de um website também precisa ser adequada. Os crawlers leem as páginas de maneira linear, então quando há uma organização precisa entre as páginas, o ranqueamento é beneficiado.

Meta description

Meta description é o resumo de uma página ou site. Ela está posicionada logo abaixo do link nos resultados dos mecanismos de buscas.

Apesar de não ter influência direta no ranqueamento, ela tem muito a oferecer ao utilizador. Logo, também é muito valiosa para o SEO.

Ela deve ter aproximadamente 150 caracteres e explicar ao leitor sobre do que se trata o texto.

Engagement

Apesar de alguns especialista divergirem a respeito desta variável, há diversos estudos que afirmam ser um fator de ranqueamento em SEO.

O engagement, cujo o termo em português, engajamento, é mais utilizado no Brasil, está relacionado com as ações do utilizador na página. Por exemplo, se ele carrega num botão para fazer um download, vê primeiro um vídeo ou deixa ficar um comentário.

Links de entrada

Esse é o fator de ranqueamento off page mais importante para Searching Engine Optimization. Tratam-se dos links externos que levam o utilizador até às páginas do seu website.

Para melhor compreensão, vamos fazer uma analogia. Imagine que, numa escola de futebol, o professor pergunta “qual é a melhor forma de marcar um penalty?”.

Depois de discutirem um pouco, a conclusão dos alunos é a seguinte:

  • 1 aluno acha que a melhor forma de marcar um penalty é com consciência
  • 3 alunos acham que a melhor forma de marcar um penalty é com jeitinho
  • 6 alunos acham que a melhor forma de marcar um penalty é com força

É mais ou menos assim que funciona com o Google. Quanto mais links para as suas páginas, maior será a sua relevância.

Apesar de tudo, o algoritmo é muito mais complexo do que isso, pois a autoridade das páginas que fazem os links de entrada também contam.

Sendo assim, se disséssemos que o único aluno que acha que a melhor forma de marcar um penalty é com consciência chama-se Cristiano Ronaldo, uma autoridade no assunto, essa resposta passa a ser automaticamente a mais valiosa.

Assim também acontece com o Google. Links de entrada que venham de páginas com alta autoridade possuem um peso maior do que aquelas em blogs mais pequenos.

Sendo assim, um link num grande portal é melhor do que dezenas de links em pequenos blogs.

Tráfego

Outro fator de influência é o tráfego. Aqui não há muito mistério: quanto mais pessoas visitam a página, maior é a sua autoridade.

Graças a isso a divulgação em outros canais como os social media, o e-mail marketing e até os links patrocinados é muito importante para aumentar o valor orgânico para o Googlebot.

Social mentions

As menções sociais, ou seja, as partilhas nas redes sociais, também possuem impacto no ranqueamento.

Elas funcionam mais ou menos como os links de entrada e, além de gerar tráfego, também são consideradas para posicionamento no mecanismo de buscas.

Localidade

O Google também utiliza dados geográficos para ranqueamento. Ou seja, dependendo do lugar de onde realiza a busca, os resultados podem ser diferentes.

Se um usuário no Brasil fizer a busca pelo termo “cruzeiro”, por exemplo, é bem provável que obtenha como resultado as páginas relacionadas à equipa de futebol que revelou Ronaldo Fenômeno.

Porém, se a mesma busca for feita em Portugal, o mais provável é que as referências sugeridas nos resultados estejam ligadas a cruzeiros marítimos ou pelo Rio Douro, por exemplo.

Quais são os principais erros de SEO?

Agora que já está ciente das principais técnicas de SEO, vamos falar rapidamente sobre o que deve evitar.

Algumas práticas são penalizadas pelo Google, o que prejudica o posicionamento nos mecanismos de pesquisa. A essas atividades, dá-se o nome de black hat.

Para que isso não aconteça, fique atento aos seguintes elementos:

  •  Duplicação de conteúdo 
  •  Links quebrados 
  •  Erros de ortografia 
  •  Páginas pesadas 
  •  Erros de HTML 
  •  Baixa frequência de postagem 
  •  Alta taxa de rejeição 
  •  Pop-ups 
  •  Linking farm 
  •  SEO negativo 
  •  Keyword Stuffing 
  •  Cloacking 
  •  URL’s não-relacionadas 
  •  Linkfarm e PBN’s 
  •  Doorway Pages 
  •  Excesso de plugins 
  •  Links de saída para sites suspeitos 
  •  Site fora do ar 

Pronto, agora já sabe o que é SEO e está apto a começar a aplicá-lo na sua estratégia de marketing de conteúdo.

Lucas

Lucas Amaral é jornalista e redator SEO, especialista em marketing digital e consultor de marketing de conteúdo. Nerd, escritor de fantasia e admirador de Portugal. Jogador de D&D e boardgames nas horas vagas.

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